“Dragões de Éter” na TV do Paraná

 

“Dragões de Éter” será notícia do Programa Supra Sumo, da televisão paranaense.

Programa paranaense de sucesso envolvendo variedades, e apresentado por Flávio Mantovani, o romance será veinculado pelo âncora e jornalista Roberth Fabris, que às segundas-feiras trata de temas como cinema e literatura.

Roberth Fabris também fez a crítica abaixo sobre o romance, que sairá na Revista NYX.

Sempre em frente.

Draccon.
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Dragões juvenis e momentos de pura adrenalina         

por Roberth Fabris

Prepare-se para adentrar num mundo em que a fantasia e o contexto medieval se tornam uma verdadeira aventura de mistério, drama e comédia, pois em cada nova página do livro o surpreendente pode acontecer. Esta obra literária do criativo escritor Raphael Draccon prova mais uma vez a força do povo brasileiro em constituir uma literatura diferente e original o tempo todo.

Contos de fadas, duelos imperceptíveis, romances que vão por água a baixo e se tornam uma cachoeira de novas emoções, tudo isso você encontra nesta gigantesca metáfora do nosso mundo em que um dia após o outro se torna um verdadeiro desafio e um fado incrível. Príncipes e princesas, reis e rainhas, plebeus e plebéias sejam bem vindos a aventura da sua verdadeira colméia.

Leiam à obra Dragões de Éter e descubram qual o motivo de atrair tantas pessoas e surpreender os que o lêem. Pois um livro que serve para refletirmos, divertirmos e ainda viver momentos dignos das histórias de Camelote e rei Artur.

Os mitos e a magia estão inacreditavelmente adentrando em seu lar para ficar.

E mais uma vez parabéns pela genialidade e originalidade deste escritor juvenil que veio para ficar.

Dragões de Éter
Raphael Draccon
Ed. Planeta
Preço sugerido: R$ 39.90

*Roberth Marcel Fabris é escritor paranaense, crítico de cinema e artes da revista NYX, colaborador articulista da revista Mídia & Saúde, colaborador cultural da revista Viração, e mestrando em Literatura: teorias críticas pela UEM (Universidade Estadual de Maringá). Ministra palestras sobre os temas: Literatura e Cinema, A Trajetória dos heróis, Jim Hawkins: um herói de tesouro na literatura e no cinema, O Universo arturiano, Os cavaleiros do Graal.

Mensagens de Semideuses sobre “Dragões De Éter”

Acho que para um escritor não há nada mais prazeroso do que ter contato com seu público leitor; aquele que dá vida ao universo sonhado, e faz valer à pena cada sonho.

E não sei se sou um escritor de sorte, mas meus leitores são o máximo. Suas mensagens me estimulam, e me passam toda a energia necessária para continuar produzindo um trabalho muito melhor do que o suficiente.

E como estava sentindo vontade de dividir um pouco dessa boa energia , criei um link com algumas dessas mensagens que tocam na alma de um Criador.

Ele pode ser acessado clicando ali no menu ao alto, ou diretamente através do link: http://www.raphaeldraccon.com/blog/?page_id=69

Para aqueles que pretendem seguir e trilhar o difícil, mas inigualável caminho das penas, inspirem-se com as mensagens.

E sonhem sempre.

A Responsabilidade de Uma Respiração (e por que não devemos escutar “Linkin Park” ao correr) – Parte 1

Dentre os diversos conceitos que ando ultimamente me obrigando a melhor dissecar em idéias que possam ser traduzidas em textos de alguma competência, as duas principais delas envolvem o conceito abstrato da Construção Pessoal do Tempo, e a responsabilidade envolvendo o fato de cada um de nós simplesmente exalar uma respiração.

É sabido, e mais do que isso, é de comum acordo entre escritores, pensadores e filósofos de diversas partes do mundo, que vivemos em uma infinita teia de reações. Desencadeamos atos, muitas vezes sem termos nem mesmo consciência disso. A complexidade que envolve as ações e as escolhas de cada um de nós a todo o momento interfere tão diretamente com tudo e com todos, que podemos dizer que tudo o que você faz altera o destino da humanidade em que está inserido.

Um exemplo rápido: um Jovem Advogado costuma fazer sua corrida matinal todos os dias às oito horas da manhã com seu mp3 player estourando a música “Faint”, do Linkin Park. Isso, claro, até aquele dia. [que dia?]. O dia em que acontece. [e, diabos, acontece o quê?]. O dia em que ele tem suas duas pernas fraturadas em diversos pontos com um grande CRACK! que faz um V invertido em um de seus joelhos, no momento em que um Audi passa a uma velocidade mais alta do que a velocidade máxima permitida naquela região. [uau...]. Infelizmente, no momento em que corria ao atravessar uma rua, nosso Jovem Advogado fora acertado por um Futuro Papai, que acelerava sem ligar para os pardais, em direção à maternidade onde estava sua Mamãe Atenciosa no celular, avisando-o do estado de sua Querida Esposa.

O resultado desse acidente vai ser um Futuro Papai traumatizado e com a licença cassada, e impedido de ver o nascimento da Filha Linda. Além disso, processado por um Jovem Advogado, que aliás nunca mais vai correr da mesma maneira (isso, claro, SE voltar a correr).

Pode ser que a Filha Linda cresça vendo o Futuro Papai atrás das grades (e imagine o quanto isso não vai influenciar sua personalidade), ou pode ser que a Filha Linda também passe a vida em uma situação beeem difícil, pois só a indenização que o Jovem Advogado arrancará do Futuro Papai já irá impedir a Mamãe Atenciosa e a Querida Esposa de estourar qualquer cartão de crédito nos próximos cinqüenta anos (jovens advogados sabem o valor emocional de se perder um mp3 player).

Mas, analisando bem, quantos se existem em uma situação como essa? O que teria acontecido “se” o Futuro Papai resolvesse seguir por um outro caminho para o Hospital? Ou se a Mamãe Atenciosa tivesse se contentado em esperar a chegada do Futuro Papai no Hospital para dar-lhe a notícia do estado em que se encontrava a Querida Esposa? Nesse caso, o Futuro Papai estaria mais atento ao trânsito, e com as DUAS mãos no volante. [e isso faz mesmo alguma diferença?]. E para evitar um acidente, isso faz muita diferença.

Sem contar que o Jovem Advogado poderia aquele dia – por que não? – ter parado em diversos pontos da ciclovia para tomar um isotônico, como uma água de coco no Vendedor Simpático em que ele pára de vez em quando.

Ou mesmo ele poderia ter [simplesmente] parado no faixa e olhado para a estrada, se não estivesse completamente alienado ao seu redor. (mas, diabos, como culpá-lo? Ele estava escutando “Faint”!).

A Responsabilidade de Uma Respiração – Parte 2

E se considerarmos as milhares de outras opções que poderiam ter evitado esse acidente, ficaríamos espantados! Uma ligação de um amigo, um chefe que exigisse uma presença mais cedo, um porteiro que o segurasse um tempo maior na saída do prédio para falar do desastre do jogo de futebol transmitido na noite anterior, uma andarilha mais exuberante que chamasse sua atenção por um tempo mais longo que o usual, um convite para o café da manhã na casa de uma namorada; as opções são tantas, que se tornam praticamente infinitas. Poderiam partir de todos os lugares, e, principalmente, de todas as pessoas.

Logo, fica a questão: podemos considerar essas pessoas culpadas pelo acidente? Tecnicamente? Não. Mas de forma abstrata, [seja lá o que isso significar]: sim, elas também foram responsáveis, ainda que não saibam e jamais venham a saber disso. De qualquer forma, elas tornam-se co-responsáveis porque qualquer uma delas poderia tê-lo evitado com uma única decisão não executada.

Uma única palavra saída da boca de alguém pode condenar uma pessoa à morte ou à imortalidade. Um insulto pode marcar uma vida durante sua existência inteira. Um elogio, também.

Você toma decisões o tempo inteiro. Algumas mais importantes, outras menos. Mas quando você pensa no universo dessa forma; quando você percebe que tudo pulsa dentro de você, e que você pulsa dentro de tudo; aí, meu amigo; aí você descobre que [simplesmente?], bem, que simplesmente não existem pequenas decisões.

A Humanidade respira em cada uma das suas respirações.

Faça o que quiser com sua vida. Decida o que quiser em sua vida. Mas, por favor, jamais esqueça que cada decisão sua altera o seu tempo e o seu espaço, e dessa forma, o tempo e o espaço de diversas pessoas, que altera o de diversas pessoas.
Logo, nossas decisões nunca são apenas nossas. [e são de quem então?]

Elas são de toda uma teia etérea chamada Humanidade, que pulsa por vontade própria.

E, acredite, que respira junto com você.

André Vianco sobre Dragões de Éter

Comentário sobre Dragões de Éter, colhido em uma lista de discussão da web, do escritor André Vianco, autor de diversos best-sellers sombrios enfocando vampiros, lobisomens e anjos caídos, como “Os Sete”, “Bento” e “O Senhor da Chuva”, todos da editora Novo Século:

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Putz! Já estou lendo. É o primeiro livro do Draccon e tem toda aquela magia de iniciante. Ele escreve muito, muito bem. Estou no começo ainda, mas já dá pra ver que a levada é muito boa, tem uma poética que cativa, vamos ver até onde ele mantem o feitiço. hahahahaha.

Mandem ver. Leiam.

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Acima, uma foto nossa batida no shopping Rio Sul, no RJ, em 2007, enquanto o André pagava a rodada de bar.

Grande sujeito esse cara.

Não apenas porque é praticante de boxe, e tem um ombro três por quatro, mas por todo o espírito guerreiro que tem. É uma pessoa humilde, que atende bem a todos, e acreditou em seu sonho travando mais uma dessas buscas que purificam o espírito humano na jornada.

Digo o mesmo sobre a obra dele, a qual tenho grande apreço: mandem ver. Leiam!

E sonhem sempre.

Anno Domini – Capa Aprovada

 

O livro de contos medievais e fantásticos Anno Domini, da Andross Editora, antologia da qual sou um dos convidados, enfim escolheu sua capa oficial.

Infelizmente o artista Octávio Cariello não pôde continuar no projeto, e após se cogitar uma capa ilustrativa que passaria mais a idéia da temática dos contos fantásticos do que os medievais, a imagem escolhida se mostrou um clássico da pintura antiga.

A imagem de background é a chamada O TRIUNFO DA MORTE, pintada pelo artista Bruegel no século XVI. Seu visual remete à peste negra, e passa menos a idéia do contos de temática fantástica, mas bem a dos contos do período proposto e que dá base e nome à antologia.

A pintura tem algo de fantasia mórbida, com esqueletos se levantando em meio à morte da população, e passa uma sensação de pânico coletivo de uma geração em relação ao futuro em si; sensação que até hoje em dia é possível se reconhecer em um povo e sua cultura, quando alguém resolve jogar boeings em seus prédios mais simbólicos, por exemplo.

Vida longa à iniciativa da editora.

E bons ventos a todos os autores.

Draccon na UNIMONTE

A faculdade de jornalismo da UNIMONTE, universidade de Santos, produziu uma matéria sobre as dificuldades dos jovens escritores em ingressar no mercado editorial. Eu e o escritor Cláudio Villa fomos consultados para a simpática matéria, que foi escrita pelo Paulo Dumiense Júnior.

Em meu caso, as perguntas da matéria se concentraram nas dificuldades para se ganhar o aval de uma grande editora, e furar o bloqueio imposto aos autores iniciantes. No de Cláudio, nas dificuldades encontradas pelos autores que têm de se publicar de forma independente, e correrem atrás da distribuição dos livros.

A matéria é dividida em três curtos links, separados em três subtítulos, que podem ser encontrados no:

http://www.virtual.unimonte.br/leitura.asp?tipo=4&id=6720 - A Arte de Escrever

http://www.virtual.unimonte.br/leitura.asp?id=6721 - Livros publicados de forma independente

http://www.virtual.unimonte.br/leitura.asp?id=6722 - Sobre as editoras

Sonhem conosco.