“Dragões de Éter” e a flecha do cupido!
Post enviado dessa vez retirado do blog Hello, Goodbye.
A Dani, de 15 anos, responsável pelo blog e que sempre começa seus textos com frases de Cazuza, me fez realmente sorrir com o texto abaixo em que o “Dragões” se torna quase “flecha” para ser usada por algum cupido em horário de serviço.
Não entendeu?
Acompanhem a primeira parte do excelente texto (que como lembra uma cena de Ariane Narin e João Hanson em “Dragões de Éter: Corações de Neve”).
E sonhem conosco.
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Livro, árvore e barra de cereal
Dias sim, dias não,
eu vou sobrevivendo sem um arranhão.
“Um livro de utopia, a sombra de uma árvore e uma barra de cereal sabor brigadeiro. Esse é o meu hobby, acho”, pensou Bia, enquanto respondia um questionário bobo de volta às aulas, na sexta feira antes do toque de saída.
Sábado 15:10
O cereal já estava na metade e o clímax se transformara num desfecho emocionante, enquanto os galhos balançavam no ritmo do vento. Foi quando Bia desviou o olhar das páginas de seu livro, e o viu. Estava vestido para uma caminhada, com um Ipod da apple -azul- em uma mão e apenas um fone no ouvido direito.
” Ai meu Deus, é ele! AI MEU DEUS, ele está muito lindo com essa camisa ragata branca!! O quê? Ele está olhando pra mim?! Disfarça o olhar, Bia. Disfarça… Ufa, acho que ele passou direto enquanto eu olhava desesperadamene para a grama.”
- Está lendo o quê? - O coração de Bia quase pulou pela boca quando ela ouviu aquela voz. Em consequência do susto, o livro levou um pequeno tombo e caiu na grama.
- Mais um livro é vítima dos maus tratos de Bianca - Pedro fez uma expressão pensativa - Talvez o problema seja eu. Não é irônico que sempre que eu chego perto de você, seus livros caem? Me desculpe - Sorriu mostrando todos os dentes perfeitos. O coração de Bia voltou ao lugar, mas sua cabeça girava.
- Nã..não faz mal. E, bom, ontem a culpa foi daquela - nojenta, foi o que Bia quis falar - …da Lídia. - Sorriu seco. - Dragões de Éter.
- Como?
- O livro. Estou lendo dragões de éter.
- Nunca ouvi falar. É bom?
- Pra quem gosta de coisas utópicas, é um ótimo livro.
Pedro fitou Bia por alguns segundos. Ela não desviou o olhar. Não conseguia.
- PEEEEEEDROOO! Até que enfim eu te achei garoto - Uma voz desconhecida berrou, de longe.
- Hãa - Pedro olhou confuso em direção a voz - Ju? O que você esta fazendo aqui?
- Sua mãe não te contou, priminho? Minhas aulas ainda não começaram, então mamãe resolveu me mandar para cá. Para o Brasil! Não é maravilhoso? Aliás, Paris já estava ficando monótona. Já mencionei que estou morrendo de saudades? Vem cá amorzinho! - Julia se aproximou, puxou Pedro e o abraçou. Agarrou, na verdade. Bia ficou olhando pasma.
- E quem é a sua amiguinha? Não é a sua namorada né? - Ela lançou um olhar ameaçador para Bia.
Pedro sorriu.
- Ah não. Essa é Bianca. Nós estudamos no mesmo colégio e somos vizinhos. Não é uma coincidência? - Ele sorriu de novo olhando para a menina encostada na árvore.
- Interessante. Er - Olhar ameaçador - Vamos logo para casa Pê, você vai ter que me fazer um daqueles sanduiches especiais. Estou com saudades disso também.
Sem esperar uma confirmação de Pedro, Julia o puxou com pressa, e o levou em direção a casa ao lado.
Dragões de Éter - Média de Nota dos Leitores
Na comunidade do Dragões de Éter, no já mais que popular Orkut, 100 leitores responderam à pergunta: “Qual a sua nota para o Dragões?”.
A média do pessoal abaixo.
You may say I´m a dreamer …
But I´m not the only one.
I hope someday you´ll join us.
Sempre.
Workshop de Roteiro Fantástico - Segunda Chance
Lembram do Workshop: “Roteiro Fantástico”, que vou ministrar no domingo próximo, 16/11, na Casa das Rosas, à convite da organização da Mostra Curta Fantástico?
Não lembra?
Bom, então você com certeza não faz parte da primeira turma, às 14 horas, que já lotou as inscrições…
Tudo bem, você vai ter uma segunda chance!
Seguinte: a organização da Mostra abriu uma segunda turma, que acontecerá no mesmo domingo, 16/11, mas começando às 10 da manhã.
Detalhe: essa turma nesse momento já está com metade das vagas preenchidas.
Logo, vê se dessa vez você não dorme no ponto, né?
Se tiver esquecido [tsc… tsc…] os detalhes do workshop (gratuito), e de como se inscrever no dito-cujo, para não sobrar nenhuma desculpa esfarrapada, basta clicar no link.
Nos vemos por lá.
Yes, we can.
Dragões de Eter - Resenha no Meu Recanto
Esta foi a primeira resenha já escrita sobre “Dragões de Éter”.
Há tempos atrás, havia colocado o link para o texto da Livia, responsável pelo blog, mas nunca o texto completo por aqui.
Fica o registro.
Sonhem conosco.
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| Dragões de Éter - Caçadores de Bruxas | for everyone |

| Category: | Books |
| Genre: | Literature & Fiction |
Nova Ether é um mundo protegido por poderosos avatares sob a forma de fadas-amazonas. Um dia, porém, cansadas das falhas dos seres racionais (os homens), algumas delas se voltaram contra as antigas raças, e a boa magia branca deu lugar à terrível magia negra.
E assim nasceu a Era Antiga.
Essa influência e esse temor sobre a humanidade só tiveram fim quando Primo Branford, o filho de um moleiro, reuniu o que hoje são os heróis mais conhecidos do mundo e liderou a história e violenta Caçada às Bruxas.
Hoje, Primo Branford é o Rei de Arzallum, e por quase 20 anos ele saboreia satisfeito a Paz. Entretanto, nos úlitmos anos, coisas estranhas começaram a acontecer…
Uma menina vê a própria avó ser devorada por um lobo marcado. Dois irmãos comem estilhaços de vidro como se fossem passas silvestres e bebem água barrenta como se fosse suco, envolvidos pela magia escura de uma antiga bruxa canibal. O navio do mercenário mais sanguinário do mundo, o mesmo que acreditavam já estar morto e esquecido, retorna aos mares com um obscuro sucessor. E duas sociedades secretas entram em guerra, dando início a uma intriga que irá mexer em profundos e tristes mistérios da família real.
E mudará o mundo. *
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Primeiro, houve uma caçada.
Centenas de bruxas foram levas à fogueira, e, por quase 20 anos, o mundo de Nova Ether acreditou na Paz. Há alguns anos, contudo, coisas estranhas começaram a acontecer, despertando o medo de uma tenebrosa Era Antiga.
E de tudo o que ressurge com ela.
Paralela à iminente guerra de magia e aço, corre a história de sete jovens em diferentes estágios da passagem da adolescência (embora alguns não tão adolescentes assim****) para a vida adulta. Participar dessa guerra não apenas irá acelerar essa transição, como forjar neles o heroísmo que talvez nem todos estejam ainda preparados para ter.** (ou talvez nem queiram ter****)
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Com diversas referências contemporâneas, que vão de Final Fantasy, Caverna do Dragão, a contos de fadas sombrios e bandas de rock como Limp Bizkit e Nirvana, “Dragões do Éter” constrói uma trama em que romances, guerras, intrigas, fantasias e sonhos juvenis se entrelaçam para construir o final poético deste fantástico quebra-cabeça.***
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O livro parte do princípio de contos de fadas, mesclando-os. Nele, vemos que João, de João e Maria, se tornou amigo inseparável de Arianne, a Chapeuzinho Vermelho, e que, por essa amizade forte e sincera, nasceu sem eles perceberem a pureza do primeiro amor.
Vemos príncipes transformados em sapos por bruxas asquerosas, e sua volta a ser humano; príncipes apaixonarem-se por plebéias, e bruxas sendo caçadas após anos, como se voltássemos à Inquisição… Mesmo que não sejam culpadas, como também muito ocorreu naquela época.
Descobrimos o motivo do lobo ter atacado a vovó de Chapeuzinho Vermelho, e porque uma criança de nove anos apenas fora até a casa da velha, sozinha, cruzando uma floresta e “falando” com o lobo no meio do caminho…
Descobrimos, também, entre tantas outras coisas, como a fé nos impulsiona, seja ela em que força sobrenatural esteja… sejam em um Deus, ou semideus Criador, semideuses e seus avatares: as fadas. E também descobrimos como as magas brancas e negras surgiram…
E vemos o que a história de Chapeuzinho Vermelho, João e Maria, A Branca de Neve e os Sete Anões, James Gancho e tantas outras que povoavam - e ainda povoam - nossa imaginação, têm em comum.
Além, também, vemos o “puro amor” ser o símbolo ilimitado da fé, o que move tudo, sendo uma ou “Sete Montanhas”.
E mesmo com o narrador querendo, a todo tempo, interegir-se comigo, o leitor, confesso que adorei demais este livro, afinal, sempre tive cerrto preconceito quanto a isso, mas, neste livro, também confesso que mordi a língua..rs.. muito embora quisesse, todas as vezes que o narrador dizia “Agora vamos pular um pouco no tempo…”, mandá-lo pastar, afinal, eu não queria pular no tempo, tamanhã tensão ou momento muito interessante, ele decidisse deixar de lado apenas por poucas páginas..rs..
Bem, é isso.. talvez eu seja suspeita para falar, mas… a empolgação do livro ainda me toma..tanto é que ontem fiquei com duas horas de insônia por causa do clímax final do livro… pois não tive condições de terminá-lo por causa de uma mãe nervosa me obrigando a dormir..hihihi…
O livro me encantou, me arrepiou, me fez ter vontade de xingar e me fez vibrar demais, mas em silêncio (uma vez que o pessoal de casa já estava dormindo em certas partes dele..rs)****
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* Retirado da “orelha” da capa do livro.
** Retirado da contra-capa do livro (ou a parte de trás, caso o nome esteja errado..rs)
*** Retirado da “orelha” da contra-capa do livro (ou a….- vide acima..rs)
**** Minha opinião, talvez não, ou talvez sim, totalmente suspeita..rs..
A cada nova temporada… ainda mais (Dead) Heroes
Notícia de hoje, publicada no portal Omelete:
NBC demite dois produtores de Heroes
Jeph Loeb e Jesse Alexander estavam na série desde o começo
03/11/2008Marcelo Hessel
A queda na audiência da terceira temporada de Heroes fez suas duas primeira vítimas (sem contar os personagens que estão morrendo dentro da série). Os produtores-executivos e roteiristas Jeph Loeb e Jesse Alexander estão deixando a série. A NBC os demitiu neste domingo.
São dois nomes importantes, que desde a primeira temporada cuidavam do dia-a-dia da criação sob a superv
isão do criador da série, Tim Kring. Mais do que isso, Loeb, quadrinista respeitado, era o “consultor” para assuntos super-heróisticos de Kring, que vem de séries de TV dramáticas e, segundo o próprio Loeb, “não sabia nada de HQ”.
Além da queda na audiência, a demissão se deve também, segundo a Variety, ao custo elevado de produção, que tem superado o valor já alto de 4 milhões de dólares por episódio. Por enquanto não se sabe como Kring e a NBC preencherão a nova equipe.
A terceira temporada está sendo dividida em dois volumes. O primeiro se chama Volume 3: Villains e ocupa os 13 primeiros episódios da temporada, de um total de 25. A partir do décimo-quarto começa o Volume 4: Fugitives.
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Alguém se lembra de minha opinião sobre os personagens de Heroes?
Sem comentários…
Halloween em Nova Ether
Dia 31/10
O “Dia das Bruxas”.
Em Nova Ether, o dia do Halloween é quando se comemora o “Fim da Caçada de Bruxas”. A Era que se iniciou quando Primo Branford, o filho de um moleiro, liderou dezenas de caçadores em uma violenta perseguição envolvendo magia e aço para exterminar centenas de pessoas, principalmente mulheres, acusadas de bruxaria.
Algumas dessas culpadas. Outras… bom…
Não à toa, uma quinta-feira mágica para a série de “Dragões de Éter”.
Para comemorar, de brinde uma ilustração em interpretação mais do que sombria, pelo artista Vinny Cucinello, da personagem Ariane Narin, no estilo: “um doce, ou uma arrepiante travessura”.
Caso não tenham problemas com pesadelos; sonhem, sonhem conosco. Sonhem forte.
Sonhem sempre.
Dragões de Eter - Resenha por Willian Rabelo
E por Willian Rabelo em seu blog, a resenha que todo escritor sonha ao longo de uma carreira.
Para os candidatos a escritores profissionais, aconselho também a leitura do tópico: “Como começo a escrever?”, para responder determinadas dúvidas freqüentes (tá, o trema foi abolido, mas vamos dar tempo ao tempo…), de uma maneira simples e direta.
Interessante que no tópico acima, Willian faz referência a um já clássico texto sobre o mesmo assunto da querida Thalita Rebouças, a escritora mais simpática e engraçada do Brasil (e que tem seu “Dragões de Éter” autografado), que todo candidato a escritor profissional deveria ler também.
Abençoado o escritor que recebe resenhas como a de Willian por um primeiro livro.
Sonhem conosco.
Sempre.
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Dragões de Éter, Raphael Draccon e uma agradável surpresa

Raphael Draccon não é um gênio; não é Shakespeare ou Goethe. Também não é Cervantes, ou sequer Saramago.
Ainda…
Talvez um dia seja; talvez nunca.
O que digo, e digo por que sei, é que – apesar de ter apenas um romance épico publicado – ele é hoje um dos melhores (senão o melhor) escritor de literatura épica fantástica nacional.
Acabo de ler Dragões de Éter e o resultado foi muito melhor do que eu esperava. Comecei com aquela de “prestigiar o autor nacional” e etc. Me impressionei, para o bem, é claro.
Mais do que Cassaro (em seus tempos de Dragão Brasil e/ou Tormenta), Raphael Draccon fez justiça a um gênero pouco cultivado por aqui e, normalmente, ignorado pela crítica. Sua obra é leve, cômica, romântica e, algumas vezes, chata.
Mas, entenda, não é chata no sentido de não chamar a atenção, muito pelo contrário. Eu a classifico assim pelos momentos em que você (leitor) quer matá-lo (narrador), para ver se a estória continua logo.
Capítulos curtos, fáceis de ler, vocabulário natural, tornam a leitura agradável e, volto a frisar, leve.
Existem, é claro, referências que nem todos conseguirão entender, como o nome de algumas personagens e a rixa natural entre anões e trolls (coisa de D&D); entretanto, na maioria dos casos, ele consegue explicar o suficiente – sem ser piegas ou enrolado.
As personagens, apesar de não serem extremamente profundas, são construídas com uma combinação de arquétipos que, como diria Joseph Campbell, toca o inconsciente coletivo. Logo, gostar das personagens – ou odiá-las – é um efeito natural, esperado e muito, muito agradável.
Em breve chega o próximo livro do mesmo universo, espero que o nível se mantenha (ou, melhore!).
Existe também um conto no seu blog, recomendo a leitura (para os meus fiéis 3 leitores… hehehe). É sobre uma história bem conhecida, falando sobre uma parte que a maioria nunca sequer pensou considerar. O nome é Bonecos de Pano.
O melhor livro de ficção fantástica nacional que eu já li – repito.
E, talvez, um dos melhores livros nacionais da atualidade.
Parabéns autor.
Resenha “Dragões de Éter” - Blog Leia
Resenha de Regina Monteiro, para o interessante blog de críticas literárias: Leia.
O que achei de mais curioso no texto é que, para Regina Monteiro, “Dragões de Éter” é um livro completamente diferente de para mim. Regina o vê como um livro voltado para o público infantil (ou que deveria ser voltado para ele).
Eu o vejo como um conto de fadas para adulto; um livro de clima juvenil com passagens que alternam humor, romance e aventura, com determinadas partes sombrias, macabras e arrepiantes.
Mesmo o conceito de Bem x Mal é difícil de ser traduzido ao pé da letra. O diálogo de uma das cenas de clímax, no alto de uma Catedral, demonstra bem essa dificuldade.
Outro ponto que discordo da maioria dos críticos é uma eterna insistência em admitir que não existe uma parcela (e até uma boa parcela) de jovens que lêem.
Ok, a que (ainda) não o faz é bem maior, mas a que o faz é relativamente significante.
Logo, não existe apenas a literatura infantil e adulta. Existe sim, um público para a literatura juvenil enorme (”Eragon”, “Harry Poter” e “Crepúsculo” que o digam); e ignorar isso seria agir como o cinema que ignorou esse público até descobrir os Blockbusters na década de 80, com Steven Spielberg, e fazer a maioria de seus filmes hoje já pensando neles.
E, por último, também para mim a mensagem do livro não seria a de que o amor e a bondade sempre superam o ódio e a maldade, mas que apenas por eles vale à pena viver uma vida.
Tanto que a frase de Anna, mãe de Ariane Narin, utilizada no tópico anterior, resume bem isso: contos de fadas nem sempre têm bons finais.
Por isso, particularmente é bem curioso e extremamente interessante conhecer a opinião da resenhista.
Afinal, não é exatamente isso, essas múltiplas visões e intepretações que uma pessoa pode ter de uma mesma obra, que faz a riqueza de uma história bem contada?
Sonhem conosco.
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Dragões de Eter – Caçadores de Bruxas, de Raphael Dracon, pela Editora Planeta
Pode-se dizer que, em Dragões de Eter – Caçadores de Bruxas, Raphael Dracon parte de uma simples questão para dar vida aos seus personagens: o que teria acontecido depois?
O que teria acontecido com Chapeuzinho Vermelho depois que o caçador matou o lobo? E com o caçador? João e Maria realmente teriam conseguido matar a bruxa? E qual foi a reação de seus pais quando voltaram para casa? A princesa realmente teve coragem de beijar o príncipe que virou sapo? E o que fizeram os anões depois que Branca de Neve encontrou seu príncipe?
Quem, ao terminar de ler os sempre eternos contos de fadas, não se fez tais perguntas? De uma maneira dinâmica, Dragões de Eter – Caçadores de Bruxas narra a história do que teria se passado a partir do momento em que esses contos terminam, sem perder a perspectiva da eterna luta entre o bem e o mal.
Seria possível que João e Maria conhecessem Chapeuzinho Vermelho? Para Raphael Dracon seria perfeitamente possível. O autor reúne todos esses personagens (e muitos outros) no Reino de Arzallum, muitos deles vivendo em Andreanne, a capital do Reino. Arzallum fica em Nova Eter, um mundo que já foi assolado pela magia negra praticada por bruxas que haviam se desviado do caminho do bem. Depois de anos vivendo em paz, Arzallum volta a ser ameaçada por essa magia que o rei e todos seus súditos pensavam ter sido extinta. É nesse momento que Raphael Dracon, retomando a eterna luta entre o bem e o mal, apresenta a sua versão desses eternos heróis dos contos de fadas. Ao final, o autor repete o ensinamento presente em todas essas histórias infantis: o amor e a bondade sempre superam o ódio e a maldade.
No entanto, Dragões de Eter – Caçadores de Bruxas, apresenta um dilema pois, apesar de suas 420 páginas, não seria incorreto afirmar que este livro cairia muito mais no gosto de um público infantil ao suprir sua curiosidade a respeito do destino dos personagens dos contos de fadas, do que no gosto de um público mais adulto. É um livro para ser lido pelos pais para seus filhos.
E na segunda-feira pós-votação…
E nessa depressiva segunda-feira pós eleição, por 2% de diferença…
Como diria Anna Narin, mãe da personagem Ariane, em “Dragões de Éter - Caçadores de Bruxas”:
Contos de fadas nem sempre têm bons finais…
Chapolin ficou assim após conferir o resultado das eleições no RJ
Ah, mas daqui a dois anos para Governador…
Nesse domingo histórico, Raphael Draccon é 43!
Nesse domindo, Raphael Draccon é 43.
Fernando Gabeira, o político de tragetória política mais exemplar do Brasil, para prefeito da cidade do Rio de Janeiro.







