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	<title>Comentários sobre: Frankfurt 2013, ou Como o Mercado Editorial Irá Evoluir ou Morrer</title>
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		<title>Por: Inspirações de segunda #46 &#124; Estamos em Obras</title>
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		<dc:creator>Inspirações de segunda #46 &#124; Estamos em Obras</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Nov 2020 15:34:58 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Papo de Homem &#8211; Letras de rap nos posteres da cidade&#8211; Raphael Draccon &#8211;&#160;Frankfurt 2013, ou como o mercado editorial irá evoluir ou morrer&#8211; Sedentário &amp; Hiperativo &#8211; O gago na balada e&#160;Justin Timberlake interpreta [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Papo de Homem &#8211; Letras de rap nos posteres da cidade&#8211; Raphael Draccon &#8211;&nbsp;Frankfurt 2013, ou como o mercado editorial irá evoluir ou morrer&#8211; Sedentário &amp; Hiperativo &#8211; O gago na balada e&nbsp;Justin Timberlake interpreta [...]</p>
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		<title>Por: Brilho News #11 &#8211; Brilho das Estrelas</title>
		<link>http://www.raphaeldraccon.com/blog/?p=4176&#038;cpage=1#comment-17155</link>
		<dc:creator>Brilho News #11 &#8211; Brilho das Estrelas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2016 21:23:30 +0000</pubDate>
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		<description>[...] na íntegra aqui    Agenda dos eventos de lançamento de &#8220;O Espadachim de Carvão&#8221;            Agenda dos [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] na íntegra aqui    Agenda dos eventos de lançamento de &#8220;O Espadachim de Carvão&#8221;            Agenda dos [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: RapaduraCast 334 &#8211; V de Vingança e o #ProtestoBR &#124; Cinema com Rapadura</title>
		<link>http://www.raphaeldraccon.com/blog/?p=4176&#038;cpage=1#comment-17117</link>
		<dc:creator>RapaduraCast 334 &#8211; V de Vingança e o #ProtestoBR &#124; Cinema com Rapadura</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jul 2016 18:16:50 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Felipe Neto fala sobre os protestos &#8211; [VÍDEO] Faustão opina sobre os protestos &#8211; [LINK] Feira de Frankfurt é realmente para brasileiros? &#8211; [VÍDEO] Chaplin e seu discurso em O Grande Ditador &#8211; [VÍDEO] No olho do [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Felipe Neto fala sobre os protestos &#8211; [VÍDEO] Faustão opina sobre os protestos &#8211; [LINK] Feira de Frankfurt é realmente para brasileiros? &#8211; [VÍDEO] Chaplin e seu discurso em O Grande Ditador &#8211; [VÍDEO] No olho do [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Fabio Melo</title>
		<link>http://www.raphaeldraccon.com/blog/?p=4176&#038;cpage=1#comment-9621</link>
		<dc:creator>Fabio Melo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2013 02:27:22 +0000</pubDate>
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		<description>Olha Draccon, quando ouvi um podcast em que você participou e deu seu parecer sobre como a sua literatura servia como porta de entrada para o meio literário e a forma como você articulou tudo isto me fizeram ver que é uma pessoa inteligente. O mesmo tipo de pessoa que eu nunca esperaria, de verdade, que escreveria um texto panfletário deste teor.
Como igualmente sei que é uma pessoa ponderada, até mesmo sinto um certo receio de ler algumas de suas respostas, porque me parece o tempo todo que é necessário se justificar em muitos aspectos para que seu ponto de vista seja entendido: de verdade, não esperava isto.
Eu concordo quando se fala na visão como quem trabalha com a literatura comercial, vulgo produto cultural: ele precisa ser para passar o tempo. Não existem grandes preocupações existenciais, não há nada além da narração de uma história. Se o leitor se contenta com isto, sem problemas. É o mesmo que esperar que um fã de Mc Catra um dia absorva as nuances da música concreta e entenda o que é o sistema atonal de composição.
Por outro lado, desvalorizar quem está na lista é de uma insensatez tremenda. Vejamos, o que boa parte da literatura fantástica nacional tem contribuído para poder ser chamada de uma literatura fantástica nacional? Por mais que eu não seja afeito do André Vianco, ele dá uma cara maior de Brasil ao que escreve do que o Dragões do Éter, por exemplo. E nem por isto me sinto confortável aqui para avaliá-las, uma vez que este é o teu espaço e não está em questão se é bom ou ruim ou se merece ser um cânone. Mas todos os autores que o senhor Paulo Coelho tentou colocar ali foram, sem dúvidas, autores que produzem bons produtos e que vendem muito. E só.
Não que haja problemas nisto. Há problemas em se imaginar que estes autores são os grandes representantes de uma nova geração de escritores brasileiros que são comprometidos com algo além de criar uma história. Shakespeare, por exemplo, escreve o Mercador de Veneza situado na Itália, mas ali você nota muito do estilo inglês de fazer teatro e compreende o papel político que a obra possui. Da mesma forma que O Perfume se passa na França, mas tem muito dos traços da literatura alemã, sobretudo pelos seus excessos de sentimentalismo.
Então, dentro da literatura nacional, temos nomes muito fortes como o do Marcelino Freire, que por si só dispensa comentários, sobretudo pelas incorporações da linguagem cotidiana, a crítica mordaz ao nosso sistema político, etc. Veronica Stigger, Ziraldo, Ruffato, Tezza, todos eles são nomes que trazem marcas do nosso estilo de narrar histórias, num gesto antropofágico de devorar e devolver o que vem de fora. Coisa que não vejo em boa parte da nossa literatura fantástica, infelizmente.
E temos nomes que fazem da nossa literatura fantástica algo além de aventuras em mundos mágicos. Um deles se chama Roberto de Sousa Causo, uma pessoa importante dentro do ramo do horror e da fantasia, que começou neste meio quando não tinha ninguém disposto a ir por estas paragens, além de também ser escritor de ficção científica. Outro, infelizmente falecido, é o Victor Giudice, que inclusive se aventura num estilo mais moderno de fantástico, calcado no Borges. 
A impressão que eu tenho quando leio as suas respostas é a de que nunca ninguém quis se aventurar pela literatura fantástica nacional antes dos novos escritores, na qual você está incluso. Concordo com o valor de tudo que se é produzido como iniciador de leitores, ainda mais quando estes precisam primeiro de um hábito de leitura e, quem sabe, ir depois para a “alta” literatura, termo que eu considero horroroso. Se a sua literatura, a do Spohr, a da sua esposa e de outros tem algum valor, certamente não deve ser colocada como baixa. E eu, como professor, nunca diria para não ler seus livros: eu digo para lerem e até mesmo serem críticos com relação ao que leram, dizendo porque gostaram do livro, independente de eu gostar ou não.
Antes que eu me esqueça, também preciso agradecer a ti, por ter dado ao meu irmão num evento de RPG o seu livro “Dragões do Éter” e ainda autografado. Não que eu nunca compraria um livro seu (acredite, eu até gosto da história do Dragões do Éter, mas guardo para mim a minha análise), mas este também é um gesto que considero nobre. Espero que não leve a mal este comentário e agradeço imensamente a paciência de ler até o final.

&lt;strong&gt;RD - Grande Fábio, um texto não é planfetário só porque você discorda dele. Eu tenho direito a ter minha opinião, como você a ter a sua. E o texto não é contra esse ou aquele autor, ele é a favor de ao menos um representante da literatura fantástica, assim como de diversos outros escritores que movimentam nosso mercado editorial. Abraços!&lt;/strong&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olha Draccon, quando ouvi um podcast em que você participou e deu seu parecer sobre como a sua literatura servia como porta de entrada para o meio literário e a forma como você articulou tudo isto me fizeram ver que é uma pessoa inteligente. O mesmo tipo de pessoa que eu nunca esperaria, de verdade, que escreveria um texto panfletário deste teor.<br />
Como igualmente sei que é uma pessoa ponderada, até mesmo sinto um certo receio de ler algumas de suas respostas, porque me parece o tempo todo que é necessário se justificar em muitos aspectos para que seu ponto de vista seja entendido: de verdade, não esperava isto.<br />
Eu concordo quando se fala na visão como quem trabalha com a literatura comercial, vulgo produto cultural: ele precisa ser para passar o tempo. Não existem grandes preocupações existenciais, não há nada além da narração de uma história. Se o leitor se contenta com isto, sem problemas. É o mesmo que esperar que um fã de Mc Catra um dia absorva as nuances da música concreta e entenda o que é o sistema atonal de composição.<br />
Por outro lado, desvalorizar quem está na lista é de uma insensatez tremenda. Vejamos, o que boa parte da literatura fantástica nacional tem contribuído para poder ser chamada de uma literatura fantástica nacional? Por mais que eu não seja afeito do André Vianco, ele dá uma cara maior de Brasil ao que escreve do que o Dragões do Éter, por exemplo. E nem por isto me sinto confortável aqui para avaliá-las, uma vez que este é o teu espaço e não está em questão se é bom ou ruim ou se merece ser um cânone. Mas todos os autores que o senhor Paulo Coelho tentou colocar ali foram, sem dúvidas, autores que produzem bons produtos e que vendem muito. E só.<br />
Não que haja problemas nisto. Há problemas em se imaginar que estes autores são os grandes representantes de uma nova geração de escritores brasileiros que são comprometidos com algo além de criar uma história. Shakespeare, por exemplo, escreve o Mercador de Veneza situado na Itália, mas ali você nota muito do estilo inglês de fazer teatro e compreende o papel político que a obra possui. Da mesma forma que O Perfume se passa na França, mas tem muito dos traços da literatura alemã, sobretudo pelos seus excessos de sentimentalismo.<br />
Então, dentro da literatura nacional, temos nomes muito fortes como o do Marcelino Freire, que por si só dispensa comentários, sobretudo pelas incorporações da linguagem cotidiana, a crítica mordaz ao nosso sistema político, etc. Veronica Stigger, Ziraldo, Ruffato, Tezza, todos eles são nomes que trazem marcas do nosso estilo de narrar histórias, num gesto antropofágico de devorar e devolver o que vem de fora. Coisa que não vejo em boa parte da nossa literatura fantástica, infelizmente.<br />
E temos nomes que fazem da nossa literatura fantástica algo além de aventuras em mundos mágicos. Um deles se chama Roberto de Sousa Causo, uma pessoa importante dentro do ramo do horror e da fantasia, que começou neste meio quando não tinha ninguém disposto a ir por estas paragens, além de também ser escritor de ficção científica. Outro, infelizmente falecido, é o Victor Giudice, que inclusive se aventura num estilo mais moderno de fantástico, calcado no Borges.<br />
A impressão que eu tenho quando leio as suas respostas é a de que nunca ninguém quis se aventurar pela literatura fantástica nacional antes dos novos escritores, na qual você está incluso. Concordo com o valor de tudo que se é produzido como iniciador de leitores, ainda mais quando estes precisam primeiro de um hábito de leitura e, quem sabe, ir depois para a “alta” literatura, termo que eu considero horroroso. Se a sua literatura, a do Spohr, a da sua esposa e de outros tem algum valor, certamente não deve ser colocada como baixa. E eu, como professor, nunca diria para não ler seus livros: eu digo para lerem e até mesmo serem críticos com relação ao que leram, dizendo porque gostaram do livro, independente de eu gostar ou não.<br />
Antes que eu me esqueça, também preciso agradecer a ti, por ter dado ao meu irmão num evento de RPG o seu livro “Dragões do Éter” e ainda autografado. Não que eu nunca compraria um livro seu (acredite, eu até gosto da história do Dragões do Éter, mas guardo para mim a minha análise), mas este também é um gesto que considero nobre. Espero que não leve a mal este comentário e agradeço imensamente a paciência de ler até o final.</p>
<p><strong>RD &#8211; Grande Fábio, um texto não é planfetário só porque você discorda dele. Eu tenho direito a ter minha opinião, como você a ter a sua. E o texto não é contra esse ou aquele autor, ele é a favor de ao menos um representante da literatura fantástica, assim como de diversos outros escritores que movimentam nosso mercado editorial. Abraços!</strong></p>
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	<item>
		<title>Por: Y.N. Daniel</title>
		<link>http://www.raphaeldraccon.com/blog/?p=4176&#038;cpage=1#comment-9535</link>
		<dc:creator>Y.N. Daniel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2013 18:03:14 +0000</pubDate>
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		<description>Da mesma forma que não se pode desfritar um ovo, não se pode parar a literatura fantástica. Isso por um motivo muito simples, ela é divertida. A literatura fantástica é entretenimento.
Os que habitam a &quot;alta literatura&quot; acreditam que os livros não têm a função de divertir e sim de provocar uma reflexão reflexiva refletora no leitor.
Quantos não são os livros que são considerados clássicos e representativos da cultura brasileira que a maioria das pessoas acha, com o perdão da palavra, &quot;um porre de saquê com diesel&quot;?.
Diferente da literatura considerada &quot;séria&quot; a literatura fantástica só é limitada pela imaginação de quem escreve, ao contrário da literatura &quot;séria&quot; que é limitada pela censura prévia dos pares.
A literatura fantástica no Brasil está engatando a terceira marcha e em breve já passará para a quarta.
A outra literatura, considerada aquela que realmente conta, não consegue sair da primeira marcha.
Com ou sem convite para FRANKFURT, a literatura fantástica no Brasil só tem motivos para festejar ; pois a cada ano sua representatividade só faz aumentar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Da mesma forma que não se pode desfritar um ovo, não se pode parar a literatura fantástica. Isso por um motivo muito simples, ela é divertida. A literatura fantástica é entretenimento.<br />
Os que habitam a &#8220;alta literatura&#8221; acreditam que os livros não têm a função de divertir e sim de provocar uma reflexão reflexiva refletora no leitor.<br />
Quantos não são os livros que são considerados clássicos e representativos da cultura brasileira que a maioria das pessoas acha, com o perdão da palavra, &#8220;um porre de saquê com diesel&#8221;?.<br />
Diferente da literatura considerada &#8220;séria&#8221; a literatura fantástica só é limitada pela imaginação de quem escreve, ao contrário da literatura &#8220;séria&#8221; que é limitada pela censura prévia dos pares.<br />
A literatura fantástica no Brasil está engatando a terceira marcha e em breve já passará para a quarta.<br />
A outra literatura, considerada aquela que realmente conta, não consegue sair da primeira marcha.<br />
Com ou sem convite para FRANKFURT, a literatura fantástica no Brasil só tem motivos para festejar ; pois a cada ano sua representatividade só faz aumentar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Pereira</title>
		<link>http://www.raphaeldraccon.com/blog/?p=4176&#038;cpage=1#comment-9526</link>
		<dc:creator>Carlos Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2013 22:45:54 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;RD – Sue, é bem simples: se isso o que afirma fosse verdade e bastasse apenas marketing para um livro dar certo, nenhuma grande editora teria encalhe.&quot;

É pra rir. Veja a obra chamada &quot;The Cuckoo &#039; s Calling&quot;. Nunca deu certo. História muito boa, mas só necessitou o (mero) marketing para o livro se sobressair em tão pouco tempo, se tornando o best sellers do momento.

Agora veja a obra Morte Súbita dela. Horrível a sua trama. Então, como isso é possível? Marketing, e de bons precedentes.

Tudo muito errado isso tudo. Não há resposta para o óbvio!

&lt;strong&gt;RD - Carlos, o único exemplo que você tem pra dar é o livro que se descobriu escrito por... J.K. Rowling? Ok, e as outras centenas de livros em que são investidos milhares em campanhas e não dão certo? Ah, você nunca ouviu falar? Não chegaram ao Brasil? De fato você não faz ideia de quantos livros são lançados por dia ao redor do mundo. Nisso você tem razão: é pra rir...&lt;/strong&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;RD – Sue, é bem simples: se isso o que afirma fosse verdade e bastasse apenas marketing para um livro dar certo, nenhuma grande editora teria encalhe.&#8221;</p>
<p>É pra rir. Veja a obra chamada &#8220;The Cuckoo &#8216; s Calling&#8221;. Nunca deu certo. História muito boa, mas só necessitou o (mero) marketing para o livro se sobressair em tão pouco tempo, se tornando o best sellers do momento.</p>
<p>Agora veja a obra Morte Súbita dela. Horrível a sua trama. Então, como isso é possível? Marketing, e de bons precedentes.</p>
<p>Tudo muito errado isso tudo. Não há resposta para o óbvio!</p>
<p><strong>RD &#8211; Carlos, o único exemplo que você tem pra dar é o livro que se descobriu escrito por&#8230; J.K. Rowling? Ok, e as outras centenas de livros em que são investidos milhares em campanhas e não dão certo? Ah, você nunca ouviu falar? Não chegaram ao Brasil? De fato você não faz ideia de quantos livros são lançados por dia ao redor do mundo. Nisso você tem razão: é pra rir&#8230;</strong></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Cristiano</title>
		<link>http://www.raphaeldraccon.com/blog/?p=4176&#038;cpage=1#comment-9522</link>
		<dc:creator>Cristiano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2013 23:27:21 +0000</pubDate>
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		<description>Eu acho que a literatura Fantástica, que está em alta no país, tem que ter sua representatividade na feira. Mas nossa literatura não pode ser pautada pelo mercado. Creio que as pessoas que vão na feira querem ver o brasil representando nela. 

A literatura fantástica não é um gênero genuinamente brasileiro (atualmente deve ser um gênero mundial). Estamos começando a assimilar, comprar, entender e produzir esse modo de contar histórias. 

Ao contrário do que se falam das nossas universidades, principalmente as federais, elas não são contra o Paulo Coelho. O que elas fazem é mostrar da onde o ele bebeu para fazer o seus textos. E concordo que tem que ser assim. 
E um pouco chato ter que ler poesias parnasianas mas elas nos ensinam muito. Exigem muito dos leitores e tem o seu valor. 

A literatura Russa, Inglesa, Americana será por muito tempo ou para sempre reconhecida pelas obras que marcaram suas identidades.

Fazendo um paralelo com o cinema, fica bem claro quando falamos de Cinema Iraniano, Cinema Suéco, Cinema Americano que são escolas diferentes, que tem suas características. 

Uma homenagem ao literatura brasileira, a meu ver, não é uma premiação ao mercado brasileiro, e sim uma escola. Onde eu considero que a literatura fantástica AINDA não é tão marcante, independente dos números.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho que a literatura Fantástica, que está em alta no país, tem que ter sua representatividade na feira. Mas nossa literatura não pode ser pautada pelo mercado. Creio que as pessoas que vão na feira querem ver o brasil representando nela. </p>
<p>A literatura fantástica não é um gênero genuinamente brasileiro (atualmente deve ser um gênero mundial). Estamos começando a assimilar, comprar, entender e produzir esse modo de contar histórias. </p>
<p>Ao contrário do que se falam das nossas universidades, principalmente as federais, elas não são contra o Paulo Coelho. O que elas fazem é mostrar da onde o ele bebeu para fazer o seus textos. E concordo que tem que ser assim.<br />
E um pouco chato ter que ler poesias parnasianas mas elas nos ensinam muito. Exigem muito dos leitores e tem o seu valor. </p>
<p>A literatura Russa, Inglesa, Americana será por muito tempo ou para sempre reconhecida pelas obras que marcaram suas identidades.</p>
<p>Fazendo um paralelo com o cinema, fica bem claro quando falamos de Cinema Iraniano, Cinema Suéco, Cinema Americano que são escolas diferentes, que tem suas características. </p>
<p>Uma homenagem ao literatura brasileira, a meu ver, não é uma premiação ao mercado brasileiro, e sim uma escola. Onde eu considero que a literatura fantástica AINDA não é tão marcante, independente dos números.</p>
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	<item>
		<title>Por: Ricardo Tatsch</title>
		<link>http://www.raphaeldraccon.com/blog/?p=4176&#038;cpage=1#comment-9512</link>
		<dc:creator>Ricardo Tatsch</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2013 14:49:04 +0000</pubDate>
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		<description>Belo texto. Parabéns.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Belo texto. Parabéns.</p>
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	<item>
		<title>Por: RapaduraCast &#187; RapaduraCast 334 &#8211; V de Vingan</title>
		<link>http://www.raphaeldraccon.com/blog/?p=4176&#038;cpage=1#comment-9507</link>
		<dc:creator>RapaduraCast &#187; RapaduraCast 334 &#8211; V de Vingan</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2013 03:25:58 +0000</pubDate>
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		<description>[...]  [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...]  [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: FRANKFURT 2013, OU COMO O MERCADO EDITORIAL IRÁ EVOLUIR OU MORRER &#124; Escritora Carolina Munhóz</title>
		<link>http://www.raphaeldraccon.com/blog/?p=4176&#038;cpage=1#comment-9500</link>
		<dc:creator>FRANKFURT 2013, OU COMO O MERCADO EDITORIAL IRÁ EVOLUIR OU MORRER &#124; Escritora Carolina Munhóz</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2013 21:00:00 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Link: http://www.raphaeldraccon.com/blog/?p=4176 [...]</description>
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