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	<title>Comentários sobre: &#8220;Dragões de Éter&#8221; no Restaurante da Mente</title>
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		<title>Por: Rodrigo</title>
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		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 01:00:52 +0000</pubDate>
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		<description>Olá! Meu nome é Rodrigo, tenho 18 anos e sou de São Paulo.

Primeiramente eu gostaria de dizer que eu achei que o livro é baseado em uma completa propaganda enganosa. O título “Dragões de Éter” da a entender aos leitores de que a obra se trata de dragões, feiticeiros, guerreiros ao estilo medieval e uma caçada às bruxas digna da Idade Média; e não à contos de fadas modificados e intensificados ao estilo RPG. Mas como dizem: “Nunca julgue um livro pela capa”, ou melhor dizendo, pelo título!
Quando a narrativa se inicia, instantaneamente ela confunde o leitor com aquele prefácio acerca de Criador, Deus e semideus. Eu li, reli, li de novo e reli novamente, mas ainda não entendi nada do pensamento que o autor quis passar. Mas ao desenrolar da história o livro realmente traz expectativas, no entanto ela se vai quando a descrições (tanto dos personagens quanto do ambiente) se mostra pobre ou ausenta. 
Um fato que me intrigou, foi o número e a disposição dos capítulos, um capítulo a cada uma página e meia ou duas; e também a continuidade da narrativa, hora falando de Maria Hanson, hora de João Hanson, depois de Ariane Narin e logo em seguida de uns marinheiros e depois do Príncipe Branford. Eu achei estranho e confuso, de tal forma que parece dividir a história em vários contos distintos. Outro fato que também me intrigou, foi a nomenclatura dos personagens e das localidades. As cidades ou reinos chamados: Kôr, Brëe, Aragon e o Continente do Ocaso me parecem nomes Tolkienianos; eu gostaria de saber se de fato são. Sem falar do nome de Lilliput e Nunca que me parece extraído do romance As Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift e das obras de J. M. Barrie, criador do famoso Peter Pan. Ao meu ver faltou criatividade nos nomes; como uma bibliotecária de um mundo fantasioso pode se chamar Stephanie?!
E por fim, outro fato que me é estranhíssimo é a forma como os jovens no livro se comunicam. Eu achei terrível o senso romântico e aventureiro nessa obra. É tão sem emoção, tão falso e infantil. Fora essas coisa que citei, você escreve super bem e tem boas ideias, porém não soube conciliar os dois e poduzir uma obra digna de best-sellers.
Espero que não tome esta crítica como um ataque pessoal ou qualquer coisa do tipo. Apenas estou argumentanto a respeiro do livro “Dragões de Éter – Caçadores de Bruxas”. Se puder me esclarecer sua obra e seus pontos de vista eu agradeceria, pois os considero importantíssimos.
Obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá! Meu nome é Rodrigo, tenho 18 anos e sou de São Paulo.</p>
<p>Primeiramente eu gostaria de dizer que eu achei que o livro é baseado em uma completa propaganda enganosa. O título “Dragões de Éter” da a entender aos leitores de que a obra se trata de dragões, feiticeiros, guerreiros ao estilo medieval e uma caçada às bruxas digna da Idade Média; e não à contos de fadas modificados e intensificados ao estilo RPG. Mas como dizem: “Nunca julgue um livro pela capa”, ou melhor dizendo, pelo título!<br />
Quando a narrativa se inicia, instantaneamente ela confunde o leitor com aquele prefácio acerca de Criador, Deus e semideus. Eu li, reli, li de novo e reli novamente, mas ainda não entendi nada do pensamento que o autor quis passar. Mas ao desenrolar da história o livro realmente traz expectativas, no entanto ela se vai quando a descrições (tanto dos personagens quanto do ambiente) se mostra pobre ou ausenta.<br />
Um fato que me intrigou, foi o número e a disposição dos capítulos, um capítulo a cada uma página e meia ou duas; e também a continuidade da narrativa, hora falando de Maria Hanson, hora de João Hanson, depois de Ariane Narin e logo em seguida de uns marinheiros e depois do Príncipe Branford. Eu achei estranho e confuso, de tal forma que parece dividir a história em vários contos distintos. Outro fato que também me intrigou, foi a nomenclatura dos personagens e das localidades. As cidades ou reinos chamados: Kôr, Brëe, Aragon e o Continente do Ocaso me parecem nomes Tolkienianos; eu gostaria de saber se de fato são. Sem falar do nome de Lilliput e Nunca que me parece extraído do romance As Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift e das obras de J. M. Barrie, criador do famoso Peter Pan. Ao meu ver faltou criatividade nos nomes; como uma bibliotecária de um mundo fantasioso pode se chamar Stephanie?!<br />
E por fim, outro fato que me é estranhíssimo é a forma como os jovens no livro se comunicam. Eu achei terrível o senso romântico e aventureiro nessa obra. É tão sem emoção, tão falso e infantil. Fora essas coisa que citei, você escreve super bem e tem boas ideias, porém não soube conciliar os dois e poduzir uma obra digna de best-sellers.<br />
Espero que não tome esta crítica como um ataque pessoal ou qualquer coisa do tipo. Apenas estou argumentanto a respeiro do livro “Dragões de Éter – Caçadores de Bruxas”. Se puder me esclarecer sua obra e seus pontos de vista eu agradeceria, pois os considero importantíssimos.<br />
Obrigado.</p>
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